ABADIA
2007
O silêncio ecoa os cânticos, antes praticados em liturgia solene,
Testemunho doutros tempos,
Onde tudo se foi...como os demais,
Onde aqui se cruzavam os fiéis e os castos
"interlocutores privilegiados das potências sobrenaturais".
Vestígios de uma fé inatingível e perene.
Sinto o lento e cadenciado passo dos que outrora
Renunciaram, antecipadamente, à vida e à liberdade,
Num tempo sem era, sem idade.
Seriam Beneditinos, ou como se fala, Templários?
Mas que importa!
Nada apaga a crença que respira entre as paredes seculares,
Que sinuosa se insinua em cada fresta, em cada recanto,
E nos inunda a alma de um ardor pleno.
Que levemente nos cobre e acaricia,
Como o pousar leve e doce de um manto santo.
Piso o majestoso chão desta chã granítica,
Onde, sem querer, me deparei um dia.
Com a soberba, impressionante e rude imponência,
Desta secular e monumental Abadia.
Testemunho doutros tempos,
Onde tudo se foi...como os demais,
Onde aqui se cruzavam os fiéis e os castos
"interlocutores privilegiados das potências sobrenaturais".
Vestígios de uma fé inatingível e perene.
Sinto o lento e cadenciado passo dos que outrora
Renunciaram, antecipadamente, à vida e à liberdade,
Num tempo sem era, sem idade.
Seriam Beneditinos, ou como se fala, Templários?
Mas que importa!
Nada apaga a crença que respira entre as paredes seculares,
Que sinuosa se insinua em cada fresta, em cada recanto,
E nos inunda a alma de um ardor pleno.
Que levemente nos cobre e acaricia,
Como o pousar leve e doce de um manto santo.
Piso o majestoso chão desta chã granítica,
Onde, sem querer, me deparei um dia.
Com a soberba, impressionante e rude imponência,
Desta secular e monumental Abadia.